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BR-222 continua interditada e motoristas precisam enfrentar atoleiros

Atoleiros em Santa Inês.

Motoristas que precisam passar pela BR-222, em Santa Inês, estão tendo que usar um desvio e enfrentar um atoleiro após a chuva forte que derrubou a ponte na rodovia, há 10 dias. Nesta quinta-feira (11) muitos veículos ficaram parados, presos na lama, além dos congestionamentos. O problema é que as péssimas condições do atalho estão atrasando as viagens para várias partes do Maranhão, a exemplo de Imperatriz, com um aumento de mais de seis horas para fazer o novo percurso.

Para não ficar sem ter como escoar a produção uma empresa que tem granjas de frango perto da BR decidiu instalar uma passarela de metal. A obra foi autorizada pelo DNIT que aguarda uma ponte metálica que está sendo trazida de Natal, no Rio Grande do Norte. A estrutura vai substituir a ponte enquanto as chuvas impedem a construção de uma outra de concreto, mas o prazo para a chegada é de aproximadamente 15 dias. Enquanto o problema não é resolvido, os motoristas se viram com rotas alternativas como o desvio por uma estrada de terra que passa às margens da ferrovia Carajás. São cerca de 30 quilômetros a mais de muito atoleiro com o trânsito pesado da BR principalmente nos horários de pico.
Outro problema é que na BR-316, em Santa Inês, no mesmo local onde houve rompimento da pista na semana passada, o asfalto votou a ceder e os carros estão passado em meia pista. O DNIT usou pedras para tapar o buraco e cobriu com asfalto, mas o material aos poucos vai sendo arrastado pela correnteza.  Sobre a BR 316, o DNIT informou que faz o monitoramento até que seja possível desobstruir o bueiro para a passagem plena das águas. Já em relação à BR-222 o órgão reafirmou que está sendo providenciado transporte da ponte do Rio Grande do Norte até Santa Inês.
Do Imirante.

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