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Brandão e Paulo Casé comemoram a entrega de 3 mil carrinhos do Minha Renda

_Equipamentos já beneficiaram 3 mil famílias em vulnerabilidade em todo o Maranhão e fortalecem a geração de emprego e renda_

“A gente não tem dúvida que ampliar o Minha Renda para todo o Maranhão, principalmente nos nossos polos turísticos, onde o estado tem sido um dos destinos mais procurados pelos turistas de todo o Brasil e do mundo, potencializa e fortalece a geração de emprego e renda, além de movimentar a economia, dando mais oportunidades aos maranhenses”, destacou o secretário de Estado do Desenvolvimento Social, Paulo Casé, que acompanhou de perto todas as entregas.

No total, o Programa Minha Renda, idealizado pelo Governo do Maranhão e coordenado pela Sedes, já beneficiou diretamente 3 mil famílias de todo o estado. Em dezembro, a primeira etapa do edital sorteou 1.500 equipamentos, já entregues nos 217 municípios nos meses de dezembro e janeiro. Nesta segunda-feira (05), após destinação de emendas parlamentares dos deputados estaduais, mais equipamentos foram destinados a 1.500 famílias maranhenses, que já iniciarão a comercialização de seus produtos no período de carnaval.

“Até o São João, serão entregues 10 mil equipamentos, auxílio de R$ 500,00 e cursos de capacitação para que os beneficiários tenham o seu próprio negócio na venda de bebidas e alimentos. Oportunidade e qualidade de vida para quem mais precisa”, afirmou o governador Carlos Brandão, durante cerimônia de entrega nesta segunda-feira (05).

O sorteio da segunda etapa beneficiará maranhenses com mais 1.500 equipamentos e acontecerá na segunda quinzena de maio, para que os beneficiários contemplados atuem no período junino, época em que as vendas aquecem em todo o estado.

“Esse carrinho vai me ajudar muito a trazer mais renda para dentro de casa e para a minha família, sou chefe de família e preciso trabalhar para levar comida para a nossa mesa”, disse o beneficiário contemplado, Jardel Araújo.

Vale destacar que o programa Minha Renda tem contado com o apoio de secretarias de Estado, como a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) que, com a contribuição da mão de obra carcerária, atuou na produção dos equipamentos, e da Secretaria de Estado da Indústria e Comércio (Seinc), intermediando o contato com empresas privadas, como a Suzano, Mateus Supermercados e a Gomes Sodré Engenharia, para investimento nos equipamentos.

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