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Colinas pode ter disputa entre famílias de Brandão e de Márcio Jerry

Apesar de um acordo de armistício firmado entre dos dois clãs políticos desde a primeira eleição do ex-governador Flávio Dino, em 2014, aliança pode ruir com a decisão do presidente da Câmara Municipal Renato Santos, aliado da família do governador, de ir para a disputa contra o atual vice-prefeito João Haroldo, irmão do deputado federal comunista

Valmira Miranda e João Haroldo em foto de 2016, com Flávio Dino, Brandão e Márcio Jerry, após vitória nas urnas de Colinas

Um armistício que já dura 10 anos entre duas das principais famílias adversárias políticas do interior maranhense – os Brandão e os Saraiva Barroso, em Colinas – corre o risco de ruir nestas eleições municipais, com a disputa entre o atual vice-prefeito, João Haroldo Barroso, e o presidente da Câmara Municipal, Renato Santos.

João Haroldo é irmão do deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), líder dos Barroso no Maranhão; Renato é aliado do governador Carlos Brandão (PSB), principal nome da família.

Os Brandão e os Barroso – cuja origem familiar se deu exatamente na mesma rua de Colinas – sempre foram adversários.

O armistício começou em 2014, quando, numa articulação política, o PSDB, partido de Brandão, à época, tomou do PDT a vaga de vice-governador na chapa de Flávio Dino (então no PCdoB), o que forçou a necessidade de uma aliança entre as duas famílias.

Juntas, as famílias venceram as eleições de 2016, tendo a prefeita Valmira Miranda, do grupo Brandão, liderando a chapa, com João Haroldo, dos Barroso, na vice.

Segundo apurou este blog Marco Aurélio d’Eça, o acordo garantiria uma alternância no poder em 2020, com Valmira apoiando João Haroldo, o que não ocorreu, diante de alegadas circunstâncias políticas de 2022; naquele ano, Brandão assumiu o comando do estado e tudo caminhava para que a prefeita apoiasse o seu vice nestas eleições de 2024.

Mas eis que surge a candidatura do presidente da Câmara, Renato Santos. (Saiba mais aqui)

Embora não haja ainda movimentos de ruptura de lado a lado, o que se vê em Colinas é que nenhum dos grupos abre mão dos seus candidatos e devem esticar a corda, pelo menos, até as convenções de julho e agosto.

São, portanto, mais cinco meses de relativa paz entre os clãs…

Via Blog  Marco Aurélio D’Eça

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