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DIREITO DE RESPOSTA-EDUARDO GALVÃO


Eduardo Galvão, brasileiro, casado, pai de duas meninas, agricultor, nasceu e viveu em Mirador até quando saiu para São Luís para concluir seus estudos no Colégio Agrícola e na Universidade Estadual do Maranhão – UEMA. O período em que esteve na capital trabalhou no Hospital Geral exercendo com zelo, competência e responsabilidade suas atividades, onde fez excelentes amizades e ajudou muitas pessoas.
Ao concluir os estudos, retornou para sua terra natal e seguindo a tradição da família se candidatou a vereador sendo eleito por três mandatos consecutivos. É querido e respeitado na sociedade e não se comprova em Mirador nenhum ato que desabone sua conduta, bem como no Maranhão ou qualquer outra cidade do país.
No dia 18 de fevereiro, depois de um dia de trabalho exaustivo na localidade Coroatá, por voltas das 19:30 horas saiu da residência de seus pais e se dirigiu a casa do amigo Ribamar, onde estava estacionado um caminhão modelo F-4000 de sua propriedade. No carro que dirigia, um automóvel Citroen C-4 Cactus, estava umas peças de um trator de esteira de propriedade da família e ao passar por um quebra-mola próximo ao posto Santa Clara as peças fizeram barulhos, momento esse que passava uma viatura da polícia. Andando em velocidade normal e a uns 100 metros já no Posto Zé do Feira, entrou na rua conhecida por Beco do João troca, no sentido da casa do amigo que fica a uns 80 metros. No momento que estava descendo do veículo foi surpreendido pela viatura com dois policiais a paisano, de bermudas e camisetas, apontando as armas em sua direção dando ordem de prisão e pedindo os documentos do carro, ao se dirigir para pegá-los perguntou aos policiais o que estava acontecendo e os mesmos de forma arrogante falaram que ele estava fazendo manobras perigosas, induzindo que o mesmo fazia isso só porque era genro do Sargento Herculano. Nesse momento ele disse que era responsável pelos seus atos, que não era bandido e que eles não podiam prendê-lo, pois estavam sem fardas. Na ocasião seu irmão que que estava no local disse que eles não prenderiam, pois ele não tinha cometido nenhum crime. Os policiais enfurecidos, disseram que eles estavam bêbados, sendo que nenhum tinha ingerido bebidas alcoólicas e estavam vindo do trabalho. Em nenhum momento tentaram impedir a saída da viatura, apenas resistiram a ordem de prisão, pois não havia cometido nenhum ato para ser preso. Nesse momento, os policiais seguiram para o DPM e voltaram para o mesmo local já fardados e fortemente armados e como não encontraram saíram pelas ruas da cidade a sua procura. Logo após o acontecido, o Eduardo foi para sua residência juntar-se com sua família. No dia seguinte, se dirigiu ao DPM e procurou o comandante Sargento Ornildo para prestar esclarecimentos do que aconteceu, que disse estar surpreso, pois conhece sua conduta e de sua família.
Em sessão na câmara, os vereadores, por iniciativas próprias, lamentaram o que aconteceu e devido a outras abordagens desses policiais, feitas com truculências em cidadãos de bem, foi aprovada uma Nota de Repúdio, que será enviada para o comando local e regional, para o comandante geral e para o Secretário de Estado da Segurança Pública.
Eduardo Galvão sempre esteve ao lado da justiça e polícia, pois reconhece que nas corporações tem bons profissionais, entretanto, autoridades que fazem uso do poder para afrontar liberdades, direitos e garantias estão cometendo crime de abuso de autoridade.

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