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Justiça retira Ednaldo Rodrigues da CBF e presidente do STJD vira o interino

 

O afastamento também se estendeu aos vice-presidentes da entidade. A efetivação da decisão ocorrerá após sua publicação, prevista para segunda-feira, considerando o feriado judicial amanhã. A CBF já se encontra sem funcionários, em período de férias gerais.

Os desembargadores consideraram ilegal o Termo de Acordo de Conduta (TAC) assinado entre o Ministério Público e a CBF. Segundo o entendimento, o MP não possui legitimidade para intervir nos assuntos internos da Confederação, caracterizada como entidade privada. A decisão, unânime, será objeto de recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pela CBF.

O caso remonta a 2018, quando o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) moveu ação contra a CBF, alegando que seu estatuto violava a Lei Pelé ao não garantir peso igualitário entre federações e clubes. No curso desse processo, o então presidente Rogério Caboclo foi afastado por denúncias de assédio sexual, sendo sucedido interinamente por Ednaldo Rodrigues.

Ednaldo negociou o TAC com o MPRJ, resultando na anulação da eleição de Caboclo, convocação de nova eleição e sua própria eleição como presidente. Os demais vices alegaram não terem sido consultados sobre o acordo, contestando sua competência, e afirmaram prejuízos decorrentes de seu desdobramento.

o informante

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