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Pedro Lucas destaca importância da Margem Equatorial para o desenvolvimento do MA


O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) é um dos principais defensores no Congresso Nacional da exploração petrolífera da Margem Equatorial do Brasil e ressaltou a importância das atividades para o desenvolvimento econômico e social do Maranhão.

De acordo com o parlamentar, a exploração da atividade petrolífera na área deve impulsionar a economia maranhense, criando mais chances para empresas, muitas delas de pequeno e médio porte, e contribuindo para a geração de empregos e aumento de renda.

“O avanço da exploração da Margem Equatorial é fundamental para o crescimento do Maranhão e do Brasil”, disse o deputado, fazendo referência à reportagem do portal Valor Econômico, que mostra que a localidade deve receber mais de US$ 1 bilhão para a fase de exploração.

No Congresso Nacional, o deputado Pedro Lucas realizou audiência pública para discutir o potencial petrolífero do arco norte do Brasil, com as comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

Também é de iniciativa do deputado a criação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Exploração de Petróleo na Margem Equatorial. O colegiado teve objetivo de aperfeiçoar a legislação, promover debates e ações para o desenvolvimento da exploração na Margem Equatorial.

Localização – A Margem Equatorial trata-se de uma área que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte e inclui as bacias marítimas da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar. Para este ano de 2024, a previsão é que sejam destinados US$ 1,09 bilhão para a fase de exploração, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com informações da Petrobras, o local tem importante potencial para exploração de petróleo, justificado por descobertas recentes, feitas por outras empresas, em regiões próximas a essa fronteira (nas regiões da Guiana, Guiana Francesa e Suriname).

A Petrobras enfatiza ainda que as atividades de petróleo e gás continuarão sendo essenciais, pelos próximos anos, para viabilizar uma transição energética justa, segura e sustentável, garantindo a demanda de energia do país.

Rogério Silva

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