Segundo o relator, após analisar as imagens e sons captados, o deputado em questão, aproximou-se da deputada Julia para defendê-la durante uma acalorada discussão, sem qualquer intenção de praticar condutas criminosas como importunação sexual ou violência política de gênero. O contexto de desordem na audiência pública tornou inevitável a aproximação, o que reforça a ausência de dolo em suas ações.

“Diante disso, o Conselho de Ética conclui que não há justa causa para acolher a representação e, por isso, o expediente será arquivado”, concluiu Ricardo Maia.

Veja a íntegra do voto do relator

Folha Do Maranhão