
O ex-ministro da Defesa, ex-presidente da Câmara dos Deputados e pré-candidato à Presidência da República, Aldo Rebelo esteve em Balsas durante agenda ligada ao setor agropecuário no sul do Maranhão, onde voltou a defender o agronegócio como instrumento de desenvolvimento econômico e social para o estado e para o país.
A informação inicial de que Aldo teria participado da Agrobalsas 2026 foi corrigida após esclarecimento da própria comissão organizadora do evento. Segundo a organização, Aldo Rebelo realmente esteve em Balsas, porém sua visita ocorreu uma semana antes da Agrobalsas, durante o 3º Encontro dos Pecuaristas do Maranhão, e não na programação oficial da feira.
Durante gravação de vídeo divulgado nas redes sociais, Aldo Rebelo afirmou que há cerca de 30 anos a cidade de Balsas possuía um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Maranhão, mas que a realidade mudou após o crescimento da agricultura, da pecuária e da agroindústria na região.
Segundo ele, o avanço do agro transformou a economia do sul maranhense e elevou os indicadores sociais da região.
“Se Balsas e o sul do Maranhão fossem um estado, teria o maior IDH do Nordeste”, declarou.
O presidenciável também fez críticas à atuação de organizações não governamentais (ONGs), órgãos ambientais e do Ministério Público, acusando esses setores de dificultarem o desenvolvimento econômico da região.
Na fala, Aldo afirmou que apenas uma pequena parcela do território maranhense é utilizada para agricultura e pecuária, mas que o setor produtivo enfrenta constantes restrições e pressões ambientais.
Ele ainda citou a situação do Rio Balsas, afirmando que o rio recebe esgoto a céu aberto dentro da cidade, enquanto, segundo ele, as maiores cobranças ambientais acontecem nas áreas rurais, onde o rio estaria mais preservado.
Apesar das críticas, Aldo Rebelo defendeu a preservação ambiental, mas afirmou que ela deve caminhar junto com o desenvolvimento econômico.
“É preciso proteger o meio ambiente e proteger também o direito ao desenvolvimento do Maranhão e do Brasil”, afirmou.








