Quando o corpo foi retirado das águas para ser removido para o necrotério do Hospital Barjonas Lobão em Barão de Grajaú-Maranhão, para ser oficializada a sua identificação através de um familiar, os policiais perceberam que a vítima conduzia a parte de ferro de uma picareta no bolso e duas pedras colocadas debaixo da camisa para aumentar o seu peso, submergir com mais rapidez e dificultar a sua volta a tona.

Material encontrado com a vítima. (Imagem:Temístocles filho/jc24horas)
Essa prática somada à outras situações analisadas pela polícia civil, leva a supor que a morte tenha sido provocada por auto extermínio. O jc24horas acompanhou o momento do resgate do corpo do Felinto que, até aquele momento não estava oficialmente identificado.
Informações Portal Jc 24 horas









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